O tempo não passou por nós.
Ele ficou.
Sentou, observou, esperou.
Entre dias comuns e silêncios longos,
aprendemos que cuidado também é presença,
mesmo quando o toque não chega.
Houve palavras guardadas,
promessas não ditas em voz alta,
mas sempre sentidas.
Cada conversa foi um passo,
cada espera, uma escolha.
E escolher, tantas vezes,
também é amar.
O ano virou.
Mas você ficou.
E isso mudou tudo.
Que o que construímos até aqui
continue crescendo sem pressa,
com verdade,
com calma,
com nós.